Colômbia abre investigações sobre escutas telefônicas ilegais

Bogotá, 15 mai (EFE).- A Procuradoria Geral da Colômbia anunciou hoje a abertura de investigações disciplinares sobre funcionários do Governo do país, além de dois ex-chefes de inteligência, por supostas escutas telefônicas ilegais contra magistrados, políticos e jornalistas.

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Os alvos das investigações são Bernardo Moreno, secretário-geral da Presidência; César Mauricio Velásquez, secretário de Imprensa da Presidência; e Jorge Mario Eastman, assessor.

Também serão investigados Jorge Noguera Cotes e Andrés Peñate, ex-diretores do Departamento Administrativo de Segurança (DAS, agência de inteligência colombiana), e José Miguel Narváez, ex-diretor de Inteligência e ex-subdiretor do DAS.

Outro dos investigados será Mario Alejandro Aranguren, atual diretor da Unidade de Informação e Análise Financeira (UIAF) colombiana.

Além disso, o ente do controle disciplinar dos funcionários públicos da Colômbia anunciou a abertura de uma "investigação preliminar contra funcionários da Procuradoria Geral pelo vazamento de informações da investigação".

A polêmica ganhou força quando foram televisionadas algumas revelações do chefe de contra-inteligência do DAS, Jorge Lagos, à Procuradoria.

Entre elas, a de que tinha passado informações sobre vários magistrados a Bernardo Moreno, Mario Aranguren e ao ex-assessor presidencial José Obdulio Gaviria, que deixou o cargo recentemente.

EFE rrm/bba

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