Cólera deixa mais de 1.100 mortos no Zimbábue

A epidemia de cólera provocou 1.111 mortes no Zimbábue desde o mês de agosto, segundo um novo balanço divulgado nesta quinta-feira pela ONU.

Redação com agências internacionais |

Além disso, foram diagnosticados em todo o país 20.581 casos suspeitos da doença, de acordo com dados do Escritório de Coordenação de Relações Humanitárias da ONU.

Os novos dados incluíam um novo surto na cidade de Chegutu, em Mashonaland Ocidental, a leste de Harare, onde mais de 378 casos e 121 mortes foram registrados, informou o órgão em comunicado.

O balanço anterior das Nações Unidas era de 978 mortos e 18.413 casos suspeitos em todo o país.


Pessoas esperam por água potável no Zimbábue / AP

As agências humanitárias da ONU, que consideram que a epidemia não tem precedentes no Zimbábue, insistem o tempo todo que seus balanços refletem apenas parte da situação e que, com certeza, o número de enfermos e mortos é muito superior.

No pior cenário possível, até 60.000 pessoas estão ameaçadas de contrair a doença, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), as duas organizações que coordenam as ações da ONU contra a epidemia.

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