Co-fundador do Google destaca seu crescimento em uma década

Oviedo (Espanha), 24 out (EFE).- Larry Page, co-fundador do Google, destacou o muitíssimo que o site de buscas cresceu desde sua criação há uma década e o grande número de pessoas que o utilizam.

EFE |

"Há muitas pessoas que me dizem que utilizam habitualmente o Google" e que o site "as ajuda e, embora esteja me acostumando a esses tipos de comentários, ainda me surpreendem", declarou Page, que receberá hoje em Oviedo o Prêmio Príncipe de Astúrias de Comunicação e Humanidades.

Em entrevista coletiva, Larry Page revelou que, quando criou o site de buscas junto a seu companheiro Sergey Brin, não imaginava a transcendência que ele alcançaria e afirmou que sente "certa responsabilidade" perante o avanço ininterrupto do Google.

Nascido em 1973 em East Lansing, em Michigan (Estados Unidos), o co-fundador do Google disse que o site de buscas facilitou o acesso à informação de alta qualidade.

Ele ressaltou que o trabalho do Google se baseia em "tratar de fazer com que os computadores sejam inteligentes" e acrescentou que o site pode saber "mais que qualquer pessoa no mundo tudo, mas não necessariamente entende" as informações, portanto seu principal objetivo "é dotar os computadores dessa inteligência".

Page lembrou que o Google "cresceu tão rápido quanto a rede em geral" e disse que o sucesso do site de buscas se deve também às melhoras introduzidas nos computadores quanto à sua capacidade e na quantidade de informação que se pode processar.

"Como empresa, nossa filosofia é fazer com que as ferramentas estejam disponíveis", disse Page, que acrescentou que graças à publicidade, os serviços podem ser oferecidos gratuitamente e gerar lucros à empresa.

Page receberá esta tarde o Prêmio Príncipe de Astúrias de Comunicação e Humanidades das mãos do Príncipe Felipe de Borbón, herdeiro da Coroa espanhola, junto ao vice-presidente da Google, INC., Nikesh Arora.

O Google, site de buscas mais utilizado do mundo, foi reconhecido em junho por ter impulsionado, uma década após sua criação, uma "gigantesca" revolução cultural que propiciou "o acesso generalizado ao conhecimento". EFE lm/ab/jp

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