Clima político tenso em Madagascar com convocação de greve e manifestação

A capital de Madagascar, Antananarivo, apresentava pouca atividade nesta quarta-feira em obediência à convocação de greve feita por seu prefeito destituído, enquanto que, no estádio municipal, se reuniram mais de 25.000 pessoas para expressar apoio ao presidente.

AFP |

Poucos estudantes foram às escolas e os comerciantes preferiraram não abrir as lojas, acatando a convocaçao do ex-prefeito Andry Rajoelina, que mantém uma disputa política com o presidente Marc Ravalomanana.

O prefeito destituído se autoproclamou à frente do país e exige a destituição do chefe de Estado.

Por outro lado, mais de 25.000 pessoas se reuniram no estádio de Antananarivo convocadas pelo partido TIM, no poder, para expressar seu apoio ao presidente.

Rajoelina organizou a maior parte das manifestações na Praça de 13 de Maio, local histórico de protestos em Madagascar, situado no centro de Antananarivo.

A repressão de uma manifestação opositora na capital deixou no sábado passado 28 mortos e causou a reúncia da ministra da Defesa, Cécile Manorohanta.

Já são quase 100 os mortos na onda de violência que sacode o país desde que em 26 de janeiro começou a disputa entre Rajoelina e Ravalomanana.

gp-mc/fp/cn

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