Cinzas se afastam e aeroportos de Reino Unido e Irlanda são reabertos

Londres, 6 mai (EFE).- A nuvem de cinza procedente do vulcão islandês em erupção se afastou progressivamente do espaço aéreo britânico, o que permitiu a reabertura de todos os aeroportos do Reino Unido e da Irlanda na manhã desta quinta-feira.

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Londres, 6 mai (EFE).- A nuvem de cinza procedente do vulcão islandês em erupção se afastou progressivamente do espaço aéreo britânico, o que permitiu a reabertura de todos os aeroportos do Reino Unido e da Irlanda na manhã desta quinta-feira. Segundo o Serviço Nacional do Tráfego Aéreo, todos os aeroportos foram abertos às 7h locais (3h pelo horário de Brasília). Na quarta-feira, dezenas de milhares de viajantes ficaram sem poder decolar na Escócia, Irlanda do Norte e na Irlanda por conta da anulação de seus voos. Os passageiros não tinham certeza de que os aeroportos escoceses seguiam operando e quais tinham fechado, o que foi criticado pelo ministro principal (cargo equivalente ao de primeiro-ministro) da Escócia, o nacionalista Alex Salmond. Salmond criticou a Autoridade da Aviação Civil britânica por ter publicado uma declaração mais bem "vaga" que parecia dar a entender que estava fechado todo o espaço aéreo escocês, quando os aeroportos de Edimburgo e Aberdeen seguiram operando durante a manhã. "Alguns voos foram suspensos inutilmente, principalmente os que aterrissariam em Edimburgo, pela vagatura do comunicado de imprensa. Isto não pode voltar a acontecer", disse Salmond. O diretor-executivo da Autoridade da Aviação Civil, Andrew Haines, advertiu ontem à noite que a nuvem de cinza vulcânica pode voltar a causar transtornos no espaço aéreo britânico durante algum tempo. "A situação no espaço aéreo do Reino Unido, sobretudo no norte e na Escócia não tem precedentes. As cinzas vulcânicas representam um perigo para a aviação e o procedimento aceito no mundo todo é evitá-las totalmente", explicou. "Quando as cinzas superarem os níveis considerados seguros, seremos obrigados a restringir os voos", explicou Haines, que assegurou que "não é uma decisão tomada superficialmente". EFE jr/fm

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