As cinzas do vulcão Chaitén chegaram nesta quinta-feira à capital argentina, depois de percorrer os cerca de 2.000 km que separam Buenos Aires do território chileno e provocar sérios transtornos em várias províncias do sudoeste da Patagônia, informou o Serviço Meteorológico Nacional (SMN).

A chuva de cinzas avançava sobre a cidade de Buenos Aires, nas camadas médias da atmosfera, e pode afetar o tráfego aéreo, segundo o SMN.

A nuvem de cinza vulcânica se movimenta a 3.500 metros de altura sobre a atmosfera.

Porta-vozes do SMN afirmam que as cinzas ainda não podem afetar as vias respiratórias, porque estão muito altas, e também não são capazes de reduzir a visibilidade na circulação terrestre, mas o serviço já lançou um alerta sobre possíveis complicações no tráfego aéreo.

O Chaitén é um maciço da Cordilheira dos Andes, limite natural entre Argetina e Chile, e entrou em erupção na semana passada.

A primeira localidade argentina a sofrer o impacto do vulcão foi Esquel, de 32.000 habitantes, a sete quilômetros da fronteira chilena.

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