Cinco pessoas morrem nas horas que antecedem dia de eleição nas Filipinas

(aumenta número de vítimas fatais) Manila, 10 mai (EFE).- Cinco pessoas morreram hoje (horário local) pouco antes da abertura dos colégios eleitorais nas Filipinas, os primeiros atos de violência que costumam coincidir com a chamada às urnas no país e apesar do desdobramento de segurança em massa.

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(aumenta número de vítimas fatais) Manila, 10 mai (EFE).- Cinco pessoas morreram hoje (horário local) pouco antes da abertura dos colégios eleitorais nas Filipinas, os primeiros atos de violência que costumam coincidir com a chamada às urnas no país e apesar do desdobramento de segurança em massa. No fato mais grave ocorrido antes do amanhecer, três aliados de um candidato a prefeito foram mortos e outros dez ficaram feridos por disparos da Polícia na província meridional de Zamboanga Sibugay, segundo a Polícia. Um porta-voz do Exército assinalou que os agentes entraram na casa do aspirante para desarmar a sua milícia privada e impedir que esta pudesse intimidar os eleitores durante a votação. Também de madrugada, um correligionário de um candidato a vice-governador da província meridional de Cotabato do Norte foi assassinado a tiros enquanto viajava para sua casa em uma motocicleta. Seu carona ficou gravemente ferido e aparentemente os agressores eram capangas do candidato rival, segundo a Polícia. Pouco depois, outra pessoa morreu após um confronto armado entre os simpatizantes de dois candidatos a uma Prefeitura na província de Palawan. As duas vítimas fatais aumentaram para 31 o número de mortos desde que em janeiro começou oficialmente a campanha para o pleito, segundo dados da Polícia. Cerca de 250 mil membros das forças de segurança foram desdobrados por todo o arquipélago para frear a violência e impedir que os exércitos privados pagos pelos caciques locais intimidem os eleitores. Os processos eleitorais nas Filipinas se caracterizam por estes episódios violentos nos quais os candidatos solucionam a tiros suas disputas políticas, sobretudo nas províncias pobres e remotas. EFE csm/ma

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