Cientistas estudam bebê mamute

Um filhote de mamute preservado em uma região gelada da Sibéria no ano passado está sendo estudado por cientistas do Instituto Zoológico de São Petersburgo, na Rússia. Os especialistas já analisaram toda a estrutura interna do animal e dizem que no futuro vai ser possível construir mapas genéticos de animais extintos.

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O bebê mamute Lyuba era uma fêmea e é o animal pré-histórico mais bem-preservado já descoberto até hoje. Ela foi submetida a uma tomografia computadorizada no Japão, o que permitiu que os cientistas construíssem imagens tridimensionais dos órgãos internos do animal.

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Lyuba é o animal pré-histórico mais
bem-preservado já encontrado
"Em todo mundo, agora todos entendem que a descoberta de Lyuba é algo único", afirma Bernard Buigues, vice-presidente do International Mammoth Committee.

Ele diz que vários estudiosos em todo o mundo querem participar do programa, mas que ficou decidido que os esforços de pesquisa vão mesmo se concentrar nos arredores de São Petersburgo.

Lyuba foi batizada com o nome da esposa do caçador que desenterrou o animal na região ártica russa. O pequeno mamute morreu afogado aos três anos de idade há 37 mil anos.

Em meados deste ano, ela deve entrar em exibição em um museu na região russa em que foi encontrada.

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