LONDRES - A presença de uma variante do gene FTO reduz o consumo de energia do ser humano, o que aumenta as probabilidades de sofrer obesidade, segundo um estudo publicado hoje pela revista britânica Nature.

Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Düsseldorf, na Alemanha, liderada por Ulrich Rüther chegou a esta conclusão após estudar a evolução de dois grupos de ratos, um dos quais tinha o gene FTO.

Os especialistas observaram que os ratos que tinham em seu organismo esta variante genética ganhavam mais peso que os que não possuíam, por causa da diferença de gasto energético realizado.

Trata-se da primeira vez que um estudo explica de que maneira a genética incide nas probabilidades de uma pessoa ser obesa.

Estudos anteriores demonstraram que os adultos com duas cópias desse gene pesam, em média, três quilos a mais, enquanto as pessoas com só uma cópia pesam 1,5 quilo a mais que as que não o têm. EFE avh/db

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