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Cientistas descobrem como tartarugas desenvolveram casco

(Embargada até 16h em Brasília) Londres, 26 nov (EFE).- Uma equipe de cientistas descobriu como o casco da tartaruga evoluiu a partir de um alargamento da coluna vertebral e das costelas na parte inferior do corpo, segundo publica hoje a revista científica britânica Nature.

EFE |

Os pesquisadores, da Academia das Ciências Chinesa e da Universidade de Toronto (Canadá), chegaram a esta conclusão após a análise de três fósseis da espécie mais primitiva de tartaruga - que viveu há 220 milhões de anos -, pertencente ao Triássico Superior.

Essas espécies, descobertas em 2007 no sudoeste da China, têm dentes e casco incompletos, o que permitiu entender o processo evolutivo, que terminou com a cobertura total do corpo.

Os primeiros passos na evolução do casco foram a ossificação das superfícies neurais e o alargamento das costelas dorsais da parte inferior do corpo.

As extensões ósseas da coluna vertebral e as costelas se alargaram e cresceram juntas para formar uma rígida coberta protetora.

Este processo também corresponde à primeira fase de desenvolvimento do casco nas tartarugas jovens que existem atualmente.

A descoberta descarta a hipótese de que o casco deriva unicamente da fusão de superfícies ósseas da pele.

Por outro lado, os cientistas sugerem que o fato de a formação do casco começar pela parte inferior do corpo se deveu ao fato de que era uma espécie aquática que evitava os ataques de predadores na água. EFE vmg/wr/jp

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