Londres, 29 jul (EFE).- Cientistas da Universidade de Aberdeen, na Escócia, desenvolveram um remédio que pode deter a progressão do Alzheimer, segundo informou hoje o canal britânico BBC.

Os testes do remédio em 321 pacientes mostraram uma diferença de aproximadamente 81% na taxa de deterioração mental comparado com aqueles que não se submeteram ao tratamento. Os cientistas apresentaram os resultados na Conferência Internacional sobre o Mal de Alzheimer, realizado em Chicago.

Durante o teste clínico, os pesquisadores deram quantidades de 30, 60 ou 100 miligramas do remédio, conhecido como "rember", aos pacientes com Alzheimer de leve a moderado, enquanto outros tomaram um placebo.

A dose de 60 miligramas produziu os efeitos mais marcantes. Ao longo de um período de 50 semanas, houve uma diferença de sete pontos na escala para medir a gravidade da demência.

Os cientistas prevêem testes mais abrangentes em 2009 para provar a eficácia do remédio e averiguarão, além disso, se esse produto tem algum papel na prevenção da doença. EFE ep/bm/plc

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