Cidadão italiano é preso em Campânia por deixar lixo em área não autorizada

Roma, 8 nov (EFE).- Um napolitano de 32 anos foi o primeiro cidadão preso em Campânia, no sul da Itália, depois que, no último dia 1º, o Governo aprovou um decreto-lei que prevê penas de até três anos de prisão para quem abandonar grande quantidade de lixo na região.

EFE |

O Governo conservador do primeiro-ministro Silvio Berlusconi havia adotado esta medida para controlar o problema de acumulação de lixos que ainda afeta a região de Campânia.

A imprensa italiana afirma hoje que Vitale Varchetta, morador do bairro napolitano de Pianura, foi surpreendido pelos Carabineiros (Polícia militarizada) quando abandonava, em uma área não autorizada, vários móveis de cozinha, botijões de gás butano e sacos com pedras.

Os Carabineiros aplicaram o decreto-lei aprovado recentemente e publicado há dois dias no Diário Oficial do Estado, e prenderam o homem, que terá de passar por um julgamento no qual pode ser condenado a até três anos de prisão.

"Quem, de modo descontrolado ou em lugares não autorizados, abandonar resíduos perigosos, especiais ou volumosos, domésticos ou não, de grandes dimensões que não sejam recicláveis, sejam tóxicos ou nocivos, de pelo menos 50 centímetros cúbicos," será punido com seis meses a três anos de prisão, diz o artigo 6º da norma. EFE ccg/fh/an

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