Ciclone já matou mais de 110 em Índia e Bangladesh

NOVA DÉLHI - Mais de 110 pessoas morreram vítimas do ciclone Aila, que passou por Bengala, no leste da Índia, e por Bangladesh, informaram hoje fontes oficiais.

Redação com agências internacionais |

Bangladesh parece ter ficado com a pior parte do "Aila", já debilitado, com pelo menos 81 mortos, segundo uma fonte do Ministério de Gestão de Desastres bengalês, citada pela agência de notícias local "UNB".

Tanto a "UNB" como o jornal "The Daily Star" situam o número total de mortos em Bangladesh desde ontem em perto de 100, embora esses dados não tenham confirmação oficial.


Ciclone já matou mais de 100 na região / AP

Os distritos portuários do sul foram os mais atingidos em Bangladesh e muitos deles ficaram isolados.

Em Bengala, 31 pessoas morreram devido ao ciclone, segundo disse hoje à imprensa o secretário de Interior do governo regional, Ashok Mohan Chakroborty.

"As árvores já foram afastados das grandes estradas, mas ainda há obstruções nos caminhos", admitiu Chakroborty, citado pela agência de notícias indiana "PTI".

Ciclone Aila

O "Aila" tocou terra na segunda-feira com ventos de até 110 km/h e, embora em princípio parecesse se dirigir à metrópole bengali de Calcutá, virou cerca de 50 quilômetros a oeste e continuou rumo ao norte.

O furacão arrancou árvores, derrubou postes de rede elétrica e arrasou casas por toda Bengala, onde pelo menos 110 mil pessoas ficaram desabrigadas. Em Bangladesh, o fenômeno causou um aumento da maré que inundou pelo menos quatro distritos.

Os Exércitos dos dois países iniciaram já trabalhos de resgate, já que o ciclone perdeu força, apesar de em alguns pontos as chuvas terem continuado até esta manhã.

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