Chuvas e inundações deixam 63 mortos e mais de um milhão de desabrigados na China

O sul da China sofre há 10 dias com fortes chuvas e inundações, que deixaram até o momento 63 mortos e 13 desaparecidos, além de quase 1,7 milhão de pessoas desabrigadas, de acordo com o governo.

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           Moradores enfrentam correnteza de enchente para chegar na casa

A próspera região do delta do Rio das Pérolas foi muito afetada, assim como grande parte das aglomerações de Cantão e Shenzhen.

"Devemos permanecer atentos e não subestimar a gravidade das inundações", declarou o vice-premier Hui Liangyu.

O ministério de Assuntos Civis anunciou nesta terça-feira um novo balanço para as nove províncias e regiões afetadas, de 63 mortos e 13 desaparecidos, desde o início das chuvas torrenciais em 7 de junho.

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Após terremoto, temporais deixaram 63 mortos
Mais de 1,66 milhão de pessoas foram evacuadas das zonas inundadas e vastas superfícies de plantações ficaram alagadas. Os prejuízos econômicos chegam a 2,095 bilhões de dólares, segundo o ministério.

Hui ordenou o reforço dos diques de rios e represas, já que 40 delas correm o risco de transbordar atualmente.

A meteorologia prevê mais chuvas para a região esta semana.

O primeiro-ministro Wen Jiabao pediu a intensificação dos esforços para evitar deslizamentos de terra em Sichuan (sudoeste), onde o terremoto de 12 de maio deixou 87.000 mortos e desaparecidos. A região também é castigada com fortes chuvas.

Quase 70.000 pessoas foram obrigadas a abandonar as próprias casas na província.

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