Chinês Bao Xishun recupera título de homem mais alto do mundo

Pequim, 21 ago (EFE).- O chinês Bao Xishun, que segundo o Guinness (livro dos recordes) ostentou o recorde de homem mais alto do mundo entre 2005 e 2006, recuperou o título depois que seu rival, o ucraniano Leonid Stadnik, se negou a ser medido pelos encarregados de verificaram seu tamanho, informou hoje a imprensa local.

EFE |

Novas regras mais estritas de medição beneficiaram Bao, da Mongólia Interior e com 2,36 metros de altura, já que Stadnik, apelidado de "Gulliver ucraniano" e que alegava medir 2,57 metros, não as aceitou e, com isso, foi retirado do livro dos recordes, segundo os editores da publicação.

A norma do Guinness exige agora que os aspirantes a serem o homem mais alto do mundo sejam medidos seis vezes no mesmo dia, tanto de pé quanto deitados, condições aceitas por Bao, mas não por Stadnik.

Até agora, o Guinness aceitava a palavra de Stadnik e a confirmação de seu médico, mas decidiu medi-lo com seus inspetores por se tratar de um dos recordes mais populares.

Aparentemente, o ucraniano se negou repetidamente a se submeter à nova norma após alegar que não queria ser incomodado e que, no fundo, não desejaria a publicidade de ser o homem mais alto do mundo.

Bao, de etnia mongol - e, segundo afirma, descendente direto de Gengis Khan -, nasceu em 1951 na região chinesa da Mongólia Interior (norte), em uma família humilde e dedicada ao pastoreio.

Atualmente, Bao se dedica a atividades comerciais e promocionais de produtos farmacêuticos, entre outros.

Em 2006, Bao protagonizou uma notícia curiosa, quando salvou a vida de dois golfinhos de um aquário chinês ao introduzir seu longo braço (de 1,06 metro) na boca desses animais para extrair fragmentos de plástico de seus estômagos. EFE abc/wr/gs

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