informações e imagens procedentes de Xinjiang depois dos distúrbios do domingo passado, algumas das quais difundidas nos sites Twitter e YouTube, tal como aconteceu recentemente com as manifestações no Irã. " / informações e imagens procedentes de Xinjiang depois dos distúrbios do domingo passado, algumas das quais difundidas nos sites Twitter e YouTube, tal como aconteceu recentemente com as manifestações no Irã. " /

China tenta sem sucesso impedir a divulgação de informações

PEQUIM - A China não conseguiu bloquear totalmente a saída de http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/07/06/protestos+de+uigures+deixam+saldo+de+140+mortos+e+816+feridos+na+china+7136919.html target=_topinformações e imagens procedentes de Xinjiang depois dos distúrbios do domingo passado, algumas das quais difundidas nos sites Twitter e YouTube, tal como aconteceu recentemente com as manifestações no Irã.

Redação com agências internacionais |

As autoridades chinesas tentaram filtrar da rede o material relacionado com as violências que explodiram no domingo à noite em Urumqi, a capital regional, deixando pelo menos 140 mortos e centenas de feridos , segundo um último balanço oficial.

Mas estes elementos suprimidos reapareceram em sites com provedores fora da China, enquanto o Twitter transmitia mensagens para todo o planeta.

Nesta segunda não era possível ter acesso na China a páginas de sites de relacionamento, assim como com o YouTube. Os principais motores de busca chineses não mostravam qualquer resultado para a consulta "Urumqi".

Mas, assim como no Irã no mês pasado, as informaciones sobre Urumqi vazaram para sites sociais, de imagens e o Twitter no exterior.

Um internauta, que se apresentou como um universitário americano, parece ter sido o primeiro a informar sobre os distúrbios através do Twitter, ao anunciar, antes dos meios de comunicação tradicionais, que as forças de segurança estavam bloqueando as estradas, e mais rapidamente ainda interrompendo as comunicações através de celulares e dos SMS.

Finalmente, 12 horas depois do anúncio na internet, a televisão oficial exibiu nesta segunda as primeiras imagens das violências, com muitas pessoas ensanguentadas, carros em chamas e saques.

Alguns internautas chineses conseguiram burlar a censura para dar sua opinião, como a autora do blog Wen Ni'er, que consegui se manifestar num site do Google, depois de várias tentativas frustradas.

"Os sites na China continental apagaram sistematicamente meus textos, o que viola a lei chinesa e meus direitos e liberdade. Quero dizer até que ponto estou enojada expressar minha condenação por tais atitudes", escreveu.

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