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China sancionará empresas americanas que venderem armas a Taiwan

Pequim, 2 fev (EFE).- O Governo chinês informou hoje que sancionará as empresas americanas que participarem da venda de armas que os Estados Unidos planejam fazer a Taiwan e que, segundo Pequim, danifica seriamente as relações entre ambos os países.

EFE |

"A China imporá sanções pertinentes àquelas companhias envolvidas na venda de armas a Taiwan", advertiu, em entrevista coletiva, o porta-voz da Chancelaria chinesa, Ma Zhaoxu.

Na última sexta-feira, o Governo americano informou ao Congresso a intenção de vender a Taiwan US$ 6 bilhões em armamentos.

Várias companhias americanas de grande porte vão participar da operação. Porém, a Boeing, uma das empresas envolvidas na venda, negou à Agência Efe que o Governo chinês tenha lhe procurado para comunicar possíveis sanções. Segundo representantes, a gigante aeronáutica soube da notícia "pela imprensa".

Na entrevista desta terça-feira, Ma também disse que a iniciativa americana "danifica seriamente os interesses chineses e as relações sino-americanas".

"As relações e importantes assuntos regionais serão inevitavelmente influenciados, e a responsabilidade recai completamente sobre os Estados Unidos", disse o porta-voz, que evitou dizer se se referia à negociação nuclear com o Irã ou a Coreia do Norte.

Em resposta aos planos de Washington, o Governo chinês suspendeu no sábado os intercâmbios militares com os EUA e hoje sugeriu o adiamento do diálogo bilateral sobre direitos humanos, previsto para o mês que vem.

"A venda de armas (a Taiwan) certamente terá um impacto sério em nossos intercâmbios e em cooperações em muitos assuntos importantes.

Além disso, levará a consequências que não são bem-vindas por nenhuma das partes", acrescentou Ma. EFE gmp/sc

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