Pequim, 28 jan (EFE).- O Governo chinês mostrou hoje sua divergência com relação ao discurso sobre o Estado da União do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que classificou a China como uma ameaça econômica.

"Quanto ao fato da China ser uma ameaça econômica, não acho que isso tenha base", assinalou Ma Zhaoxu, porta-voz de turno da Chancelaria chinesa, que especificou as vantagens e não os inconvenientes nas relações entre as potências econômicas, que nem sempre são fáceis.

Ma destacou que a cooperação bilateral entre Pequim e Washington é "fundamental para o interesse de ambos" e que os EUA são o país de maior influência no mundo, por isso que esperam que "sua política diplomática leve à estabilidade, a paz e o desenvolvimento mundial".

O porta-voz chinês disse que ainda estavam analisando o discurso do líder democrata, por isso que não tinha uma resposta sobre a ameaça que possa representar seu país.

Desde a Administração do ex-presidente George W. Bush, os EUA acusam à China de ter provocado perda de emprego em seu país devido suas exportações baratas, como fez agora Obama, por isso que mantêm diversos conflitos abertos por concorrência desleal. EFE mz/dm

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