China publica medidas que aumentarão e fortalecerão segurança

Pequim, 23 jun (EFE).- As medidas que entrarão em vigor no dia 1º de julho para responder rápida e eficazmente frente aos eventos que atentem contra a segurança pública na China e que estão contidas na Lei sobre Reação Urgente foram publicadas hoje na imprensa local.

EFE |

As práticas aprovadas pelo comitê permanente da Assembléia Popular da Prefeitura de Pequim em 23 de maio, com o objetivo de aumentar e fortalecer a segurança, foram divulgadas no jornal local "Beijing Daily".

Fazem parte de uma nova lei sobre segurança que entrou em vigor em 1º de novembro de 2007 e que abriu a porta aos Governos locais para preparar regulamentos concretos para colocá-la em prática.

Sob tais medidas, são qualificados como "casos urgentes" qualquer incidente que ponha em perigo a segurança pública, tanto de segurança como acidentes, saúde e catástrofes naturais.

Os departamentos governamentais devem estabelecer em diversos níveis equipes de resposta rápida encarregadas de colher informação e organização do trabalho, assim como planos para atender eventuais emergências nos lugares públicos como estações de transporte, estádios, hotéis, teatros e pontos turísticos.

Os responsáveis por lugares que não contem com eles serão multados com quantidades que vão de 5.000 a 20.000 euros.

As forças antiterroristas integradas por cerca de 100.000 homens da Polícia e de corpos de segurança permanecerão em estado de alerta a partir de 50 dias antes da abertura dos Jogos Olímpicos e durante toda sua duração.

A violência suscitada no Tibete em março e catástrofes naturais como inundações e o terremoto registrado na província de Sichuan obrigam o reforço da segurança, segundo as autoridades. EFE pc/ma

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