China pede reforma em instituições internacionais e oposição a protecionismo

Pequim, 7 mar (EFE).- Reformar as instituições internacionais, equilibrar o desenvolvimento econômico, coordenar políticas econômicas, opor-se ao protecionismo e buscar a conclusão da Rodada de Doha são as prioridades da China para a cúpula do G20 de novembro na Coreia do Sul, disse hoje o chanceler chinês, Yang Jiechi.

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"Esperamos que todos os países trabalhem até lá para conseguir essas prioridades", manifestou Yang ao traçar as diretrizes da política externa chinesa para 2010 na reunião da Assembleia Nacional Popular (ANP, Legislativo chinês), em Pequim.

Segundo o chanceler chinês, o esforço deve ser feito em todas as reuniões do ano até a cúpula do G20, inclusive na reunião que será realizada no Canadá como prévia do encontro principal.

Em fevereiro, os vice-ministros de Finanças do G20, vice-governadores dos bancos centrais e delegados de instituições financeiras internacionais se reuniram pela primeira vez no ano e analisaram a situação da economia mundial.

Além disso, eles discutiram a maneira de estabelecer mecanismos de cooperação para um crescimento econômico equilibrado e sustentável, assim como a reforma de instituições financeiras como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial.

O G20 é integrado pelos membros do G8 - EUA, Canadá, Reino Unido, Rússia, Itália, França, Reino Unido e Alemanha -, pela União Europeia (UE) e pelos países emergentes Brasil, Coreia do Sul, Argentina, Austrália, China, Índia, Indonésia, México, Arábia Saudita, África do Sul e Turquia.

A Coreia do Sul assumiu a Presidência rotativa do G20 em 1º de janeiro e será o anfitrião da cúpula do bloco que será realizada em 11 e 12 de novembro, em Seul. EFE pc/sa

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