A China reclamou nesta quinta-feira mais voz para os países em desenvolvimento nas instituições financeiras internacionais como FMI e Banco Mundial, antes da cúpula do G20 que discutirá a crise financeira no dia 15 de novembro, em Washington.

"Precisamos fazer as reformas necessárias nas instituições financeiras internacionais como o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional (FMI), como aumentar a representação dos países em desenvolvimento, inclusive em postos de alto nível", afirmou o vice-chanceler chinês He Yafei, em coletiva de imprensa sobre a próxima reunião do G20.

A cúpula foi convocada pelo presidente George W. Bush e nela participará o presidente chinês Hu Jintao.

A China, que se apresenta habitualmente como defensora dos países em desenvolvimento, espera que o esforço mundial para enfrentar a crise conduza a um sistema financeiro mundial "imparcial, justo e, inclusive, ordenado", afirmou He.

No entanto, as autoridades chinesas se negam a dar mais detalhes sobre as idéias que apresentarão nesse sentido em Washington.

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