China pede calma e moderação após novas ameaças norte-coreanas

Pequim, 14 abr (EFE).- O Governo chinês continuou com seu discurso de calma e moderação depois das novas ameaças feitas pela Coreia do Norte, que advertiu que retomará seu programa nuclear e abandonará as negociações sobre o tema.

EFE |

"A China deseja que todas as partes vejam a situação global a longo prazo, permaneçam com calma e mostrem moderação, para preservar de forma conjunta a paz e a estabilidade da região", explicou hoje a porta-voz da Chancelaria, Jiang Yu.

Pyongyang considerou que o diálogo para sua desnuclearização, do qual participam, além das duas Coreias, China, Japão, Estados Unidos e Rússia, "já não será necessário". A porta-voz chinesa não quis, porém, criticar a decisão e se limitou a elogiar os "chamativos resultados" da negociação.

"As conversas a seis lados tiveram um papel importante no processo de desnuclearização da península da Coreia, ajudando a aumentar a confiança mútua de vários países e sendo um mecanismo de segurança na região", afirmou.

Nesse sentido, Pequim se mostrou contrária à aplicação de novas sanções à Coreia do Norte por parte das Nações Unidas.

O Conselho de Segurança da ONU preparou na segunda-feira um documento que condena o lançamento do foguete e exige a todos os membros da organização que "cumpram totalmente com suas obrigações dentro da Resolução 1.718", que desde 2006 impede Pyongyang de fazer qualquer tipo de teste com mísseis balísticos. EFE gmp/rr

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