A China reiterou nesta quinta-feira sua oposição a novas sanções contra o Irã, um dia depois das enérgicas declarações de líderes ocidentais contra o programa nuclear iraniano na Assembleia Geral da ONU.

"Nós continuamos a acreditar que as sanções e pressões não são uma saída", declarou a porta-voz da chacelaria chinesa, Jiang Yu.

"Por hora, isto não é favorável aos esforços diplomáticos", acrescentou, afirmando esperar que "as partes envolvidas redobrem os esforços diplomáticos".

Sem citar diretamente o Irã ou a Coreia do Norte, o presidente chinês, Hu Jintao, pediu em Nova York "medidas críveis" para combater a proliferação de armas atômicas e buscar o desarmamento nuclear.

Alguns de seus pares, no entanto, mostraram maior firmeza e lançaram advertências, como os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, e da França, Nicolas Sarkozy.

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