Pequim, 21 abr (EFE).- A China, país que nas últimas semanas foi muito criticado pela comunidade internacional devido à situação das liberdades fundamentais no Tibete, inaugurou hoje um fórum de direitos humanos em Pequim, informou hoje a agência estatal Xinhua.

O fórum, com a presença de representantes de 32 países e organizações internacionais, incluindo as Nações Unidas, foi convocado para comemorar os 60 anos da Declaração Universal de Direitos Humanos, e foi inaugurado pelo diretor-geral do escritório da ONU em Genebra, Serguei Ordzhonikidze.

Por parte da China, participou - entre outros - o diretor da Sociedade Chinesa para Estudos sobre Direitos Humanos, Luo Haocai, que reconheceu o desequilíbrio do desenvolvimento rural e urbano no país asiático, e afirmou que "a democracia e o sistema legal não são completos".

Luo afirmou em seu discurso que a China "não rejeita" os problemas sobre a situação de direitos humanos, e disse que o país confia em resolvê-los através do desenvolvimento econômico e social.

Na inauguração, Ordzhonikidze destacou a necessidade do controle do armamento mundial e a redução da pobreza como via para avançar na proteção aos direitos humanos. EFE abc/an

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