China diz que abortou plano para matar primogênito de Kim Jong-il

Seul, 16 jun (EFE).- O Governo chinês abortou um plano para matar Kim Jong-nam, o primogênito do líder norte-coreano Kim Jong-il, depois de ele ter sido descartado para suceder seu pai à frente do regime comunista, informou hoje a imprensa sul-coreana.

EFE |

Segundo fontes governamentais chinesas citadas ontem à noite (local) pela emissora de TV pública sul-coreana "KBS", o plano de eliminar o filho mais velho do líder comunista foi elaborado pelos partidários de Kim Jong-un, o mais jovem dos três filhos de Kim Jong-il, que segundo os serviços secretos foi escolhido para suceder seu pai na Coreia do Norte.

O plano consistiria em matar pessoas próximas ao filho mais velho de Kim na Coreia do Norte, antes de assassiná-lo em Macau, onde vive habitualmente, tudo isso sem que o líder comunista se inteirasse dos planos.

De acordo com as mesmas fontes, as autoridades chinesas descobriram este complô no começo da semana passada, e Kim Jong-nam está agora sob a proteção.

Segundo as autoridades chinesas, o complô foi abortado em razão da estreita amizade entre Kim Jong-nam e a cúpula do Governo chinês.

EFE ce/mh

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