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China critica ameaça de Obama de ser duro com o país

A China rejeitou as ameaças feitas pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2010/02/04/obama+promete+postura+mais+dura+sobre+cambio+chines+9386985.html target=_topadotar uma política mais dura para garantir a abertura do mercado chinês às exportações americanas.

BBC Brasil |

O porta-voz do Ministério do Exterior da China, Ma Zhaoxu, rejeitou a acusação de que a cotação da moeda chinesa, o yuan, em relação ao dólar, dá ao país uma vantagem injusta. "Acusações e pressão não vão ajudar a resolver o problema", afirmou.

Em uma reunião com os senadores democratas em Washington, na quarta-feira, Obama prometeu garantir que os países não tirem vantagem desleal sobre o dólar ao desvalorizar suas moedas.

"A abordagem que estamos adotando é tentar ser duros em relação ao cumprimento de regras existentes, colocando pressão constante sobre a China e outros países para que abram seus mercados de maneira recíproca", afirmou.

Há muito tempo empresas americanas vêm se queixando de que a China mantém sua moeda artificialmente desvalorizada, dando a suas indústrias a possibilidade de cobrar um preço mais competitivo. Na reunião, Obama foi indagado se os Estados Unidos tomariam medidas contra a China por causa de persistentes disputas comerciais.

O presidente afirmou que vai continuar a garantir que a China e outros países cumpram acordos comerciais mas advertiu que será um erro para os Estados Unidos se tornarem protecionistas.

"Mas o que eu não quero é que nós, como país ou partido, coibamos as perspectivas de competição internacional."

Obama disse ainda que o câmbio será monitorado. "Um dos desafios que temos de enfrentar internacionalmente é o câmbio para garantir que nossos bens não tenham o preço aumentado artificialmente e os bens deles tenham os preços abaixados artificialmente", explicou.

A tensão entre americanos e chineses vem aumentando por causa de planos da venda de armas americanas para Taiwan e de uma visita do líder espiritual do Tibete, o Dalai Lama, aos Estados Unidos.

A China considera Taiwan uma província rebelde desde 1949 e classifica o Dalai Lama como líder do separatismo tibetano, desde que o líder religioso se exilou na Índia, após a anexação do Tibete, em 1950.

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