O governo da China se recusou nesta terça-feira a comentar a visita do líder norte-coreano Kim Jong-Il, que viajaria a Pequim para conversar sobre a ajuda a seu país e sobre as negociações suspensas do programa nuclear de Pyongyang." /

O governo da China se recusou nesta terça-feira a comentar a visita do líder norte-coreano Kim Jong-Il, que viajaria a Pequim para conversar sobre a ajuda a seu país e sobre as negociações suspensas do programa nuclear de Pyongyang." /

China afirma não ter informação para divulgar sobre visita de Kim Jong-Il

O governo da China se recusou nesta terça-feira a comentar a visita do líder norte-coreano Kim Jong-Il, que viajaria a Pequim para conversar sobre a ajuda a seu país e sobre as negociações suspensas do programa nuclear de Pyongyang.

AFP |

O governo da China se recusou nesta terça-feira a comentar a visita do líder norte-coreano Kim Jong-Il, que viajaria a Pequim para conversar sobre a ajuda a seu país e sobre as negociações suspensas do programa nuclear de Pyongyang.

"Sobre este tema que interessa tanto a vocês, no momento não tenho nenhuma informação para divulgar", declarou a porta-voz do ministério chinês das Relações Exteriores, Jiang Yu.

Os jornalistas haviam pedido à porta-voz a confirmação da presença na China de Kim Jong-Il.

O dirigente norte-coreano, de 68 anos, que reserva as escassas visitas ao exterior à aliada China, chegou de trem na segunda-feira ao país, segundo fontes que trabalham na fronteira.

Ele teria passado a noite em Dalian, cidade portuária ao sul da província de Liaoning.

Segundo a agência Yonhap, Kim deve chegar em Pequim nesta terça-feira para reuniões com o presidente Hu Jintao sobre as grandes dificuldades econômicas do país, isolado no cenário internacional, e as negociaciones multilaterais a respeito do programa nuclear norte-coreano.

As negociações entre China e Coreia do Norte, que também incluem Coreia do Sul, Rússia, Estados Unidos e Japão, estão paralisadas desde abril de 2009, quando Pyongyang abandonou as conversações.

Esta visita de Kim é a primeira a China desde 2006. A última só foi confirmada depois que o líder norte-coreano deixou o país.

mbx-jg/fp

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