Chileno chefiará inquérito da ONU sobre morte de Benazir Bhutto

Por Louis Charbonneau NAÇÕES UNIDAS (Reuters) - O embaixador do Chile na Organização das Nações Unidas, Heraldo Muñoz, chefiará uma investigação de seis meses da ONU sobre o assassinato da ex-primeira-ministra do Paquistão, Benazir Bhutto, em 2007, disse uma porta-voz da ONU nesta sexta-feira.

Reuters |

Os outros dois membros da "Comissão Bhutto" da ONU são o ex-procurador-geral da Indonésia, Marzuki Darusman, e Peter Fitzgerald, ex-oficial sênior da força policial nacional da Irlanda, a Garda Siochana, disse a porta-voz Michele Montas.

Muñoz foi o co-fundador do Partido para a Democracia chileno e ocupou vários cargos governamentais no Chile após a ditadura. Ele foi o vice-ministro de Relações Exteriores entre 2000 e 2002 e é o embaixador chileno na ONU desde 2003.

Conforme anunciado anteriormente, Montas disse que a investigação não poderá instaurar inquéritos relacionados ao assassinato de Bhutto, morta em um ataque suicida em dezembro de 2007.

    Leia tudo sobre: iG

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG