O Chile, um dos países mais atingidos pela gripe suína na América do Sul, registrou nesta segunda-feira um sexto caso de morte provocada pelo vírus A (H1N1), anunciaram as autoridades sanitárias.

A vítima, uma mulher de 45 anos nascida em Rancagua, 80 km ao sul de Santiago, faleceu sábado passado, quase uma semana depois de ter sido internada com pneumonia.

Todos os casos mortais de gripe suína no país eram até então concentrados em Puerto Montt, na Patagônia, a 1.100 km de Santiago.

A gripe suína ameaça particularmente os países do Cone Sul, onde a epidemia deve atingir o auge nas próximas semanas devido ao rigor do inverno.

A Argentina é o país da América do Sul com maior número de mortes provocadas pela doença (7), mas o Chile tem mais casos confirmados (4.315, contra 1.010 para a Argentina).

O governo chileno decretou o estado de emergência sanitário na semana passada.

A gripe suína deixou 231 mortos e 52.160 doentes em 95 países e territórios, segundo o último balanço da Organização Mundial da Saúde (OMS), publicado nesta segunda-feira.

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