Santiago do Chile, 27 abr (EFE).- O chileno Eduardo Álvarez, especialista em doenças transmissíveis da Organização Mundial da Saúde (OMS), afirmou hoje que as medidas tomadas no país contra a gripe suína são corretas, mas não eliminam totalmente o risco de contágio.

Em entrevista à rádio "DNA", Álvarez declarou que "é altamente provável que as barreiras que o Ministério da Saúde organizou diminuam os riscos, mas não os elimine totalmente".

O Governo chileno montou barreiras sanitárias em todas as fronteiras.

Os viajantes procedentes de México, Estados Unidos e Canadá passam por análise quando chegam ao Chile para detectar se estão com febre e, antes da aterrissagem, recebem instruções sobre o que devem fazer caso apresentem os sintomas da gripe suína.

Até agora, mais de mil pessoas passaram por análise no aeroporto internacional de Santiago, além dos quase 1.500 passageiros de um cruzeiro que fez escala em Valparaíso neste fim de semana.

As autoridades sanitárias chilenas reiteraram que nenhum caso de febre suína foi registrado no país, depois de três casos suspeitos envolvendo pessoas que estavam em um voo vindo do México terem sido descartados. EFE gs/bba

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