Chefe militar pede alta distinção a oficiais que libertaram reféns das Farc

Bogotá, 3 jul (EFE).- O general Freddy Padilla de León, comandante das Forças Militares da Colômbia, afirmou hoje que propôs ao Governo conceder a Ordem de Boyacá, a mais alta distinção oficial do país, aos oficiais que resgataram nesta quarta-feira 15 seqüestrados das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

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Padilla de León disse à "Caracol Rádio" que, por enquanto, não está previsto uma bonificação econômica para os militares que resgataram na operação "Xeque" a ex-candidata presidencial franco-colombiana Ingrid Betancourt, os americanos Keith Stansell, Thomas Howes e Marc Gonsalves, além de onze militares e policiais.

O chefe militar disse que fez a proposta da condecoração ontem ao presidente colombiano, Álvaro Uribe, e acrescentou que os militares e policiais resgatados, quando terminarem os exames médicos, vão ter assistência psicológica e uma semana de férias pagas com suas famílias no lugar do país que escolherem, entre várias opções.

As 15 pessoas estavam em poder de guerrilheiros das Farc entre 5 e 10 anos.

"Para os soldados da Colômbia de terra, mar e ar, assim como para os policiais, nada é mais sublime, nada é maior, que uma condecoração", disse Padilla de León, que dirigiu a operação de resgate junto com o general Mario Montoya, comandante do Exército.

EFE gta/an

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