Chefe militar diz que estado de saúde de Betancourt continua incerto

Bogotá - As autoridades colombianas não obtiveram relatórios precisos sobre o real estado de saúde da ex-candidata presidencial colombo-francesa Ingrid Betancourt, refém das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) desde 2002, disse hoje o comandante das Forças Militares, o general Freddy Padilla de León.

EFE |

    O chefe militar admitiu que o estado de saúde da refém "é incerto", assim como o das outras 39 pessoas que os rebeldes mantêm cativos na expectativa por uma troca por guerrilheiros presos.

    "Há muitos rumores sobre ela e os outros seqüestrados, muita especulação", expressou Padilla de León em uma entrevista à emissora "Caracol Radio".

    "É uma incógnita", acrescentou o chefe militar, que, no entanto, observou que Betancourt "não pode estar em seu melhor estado psíquico e físico", já que está seqüestrada desde 23 de fevereiro de 2002.

    Padilla de León coincidiu com o alto comissário para a Paz, Luis Carlos Restrepo, que disse em entrevista divulgada no domingo passado que há uma "onda de rumores sem fundamento" sobre Ingrid Betancourt.

    No entanto, Restrepo afirmou que tudo "parece indicar que (Betancourt) tem um problema gastrointestinal crônico e também sinais de desnutrição".

    "Algumas informações indicam que ela possivelmente tenha malária", acrescentou o comissário, que assinalou ainda que ela sofre de estresse e depressão.

    Leia mais sobre: Ingrid Betancourt

      Leia tudo sobre: farc

      Notícias Relacionadas


        Mais destaques

        Destaques da home iG