Chefe do narcotráfico colombiano é preso em Madri

MADRI (Reuters) - Um colombiano acusado pelas autoridades norte-americanas de chefiar uma das mais violentas redes de tráfico de drogas na América do Sul foi preso em um hotel em Madri, informou a embaixada norte-americana na cidade na sexta-feira. Autoridades dos Estados Unidos haviam oferecido uma recompensa de 5 milhões de dólares pela captura de Edgar Vallejo Guarin, também conhecido como Beto Gitano, que estava na lista de procurados dos EUA desde 2001.

Reuters |

Ele foi capturado no hotel Meliá Felix em Madri, na quinta-feira a noite, depois de um aviso da Administração anti-drogas norte-americana.

O embaixador Eduardo Aguirre disse em um comunicado que o governo norte-americano buscaria a extradição do traficante.

'Vallejo Guarin tem um longo histórico com violência, lavagem de dinheiro, e corrupção de autoridades governamentais', diz o site do Departamento de Estado dos EUA.

Vallejo Guarin, de 47 anos, é acusado de ser um importante fornecedor de cocaína colombiana para os EUA entre 1990 e 1999, e é suspeito em diversos assassinatos relacionados ao tráfico.

Guarin foi indiciado em junho de 2001 na Flórida por dirigir e operar uma organização criminosa.

A Administração anti-drogas recebeu informações de que Vallejo Guarin estaria primeiro na Venezuela e depois na Espanha.

A polícia espanhola descobriu que Vallejo Guarin havia usado documentação venezuelana para obter residência na Espanha com o nome de Jairo Gomez.

(Reportagem de Martin Roberts)

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