O chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, Michael Mullen, defendeu nesta terça-feira o envio de mais militares ao Afeganistão.

"A luta provavelmente vai requerer mais forças e, sem dúvida, mais tempo e compromisso para a proteção do povo afegão e o desenvolvimento de um bom governo", declarou o almirante Michael Mullen a uma comissão legislativa.

"Podemos cumprir a missão que nos foi confiada. Mas vamos precisar dos recursos correspondentes", acrescentou, enfatizando que, de qualquer maneira, ainda não se tomou uma decisão formal sobre o envio de reforços ao Afeganistão.

Segundo a Casa Branca, o presidente Barack Obama só decidirá em algumas semanas o envio ou não desses reforços.

Entretanto, o apoio dos americanos à guerra no Afeganistão voltou a baixar, segundo uma pesquisa da CNN.

Segundo a enquete, 58% dos americanos se opõem à guerra no Afeganistão, contra 39% que estão a favor. Em compensação, há dois anos 48% dos americanos estavam contra e 50% a favor.

Os Estados Unidos invadiram o Afeganistão no fim de 2001 depois dos ataques de 11 de setembro e desde então suas tropas continuam lá.

ok/cn

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