Chefe de grupo rebelde é morto na Caxemira indiana, diz polícia

SRINAGAR, Índia (Reuters) - As forças de segurança na Caxemira indiana disseram na terça-feira que mataram a tiros um importante líder de um grupo militante baseado no Paquistão, em mais um retrocesso para os grupos separatistas da região, disse a polícia. Neste ano, quase um dúzia de rebeldes importantes foram mortos em tiroteios na região, de acordo com a polícia.

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A polícia identificou o morto como sendo Sajad Afghani, paquistanês que é 'comandante-chefe de operações' do grupo militante Karkat-ul Mujahideen, que luta contra as tropas indianas na região himalaia há mais de uma década.

Afghani foi morto em um hospital abandonado na cidade de Sopore, no norte de Srinagar, um dia depois de Hizbul Mujahidden, 'o chefe financeiro' do grupo, morrer a tiros.

Autoridades dizem que mais de 43 mil pessoas morreram desde o início da revolta contra o comando indiano, em 1989.

A violência diminuiu significativamente na Caxemira desde que a Índia e o Paquistão --que reivindicam controle total sobre a região, que dominam parcialmente-- começaram as negociações de paz, em 2004.

Mas as pessoas continuam sendo mortas em tiroteios diários.

Na terça-feira, um policial e um suposto militante foram mortos a tiros no sul de Srinagar, disse a polícia.

(Reportagem de Sheikh Mushtaq)

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