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Chefe da OMS diz que vírus da gripe suína segue estável e sem mutação

MOSCOU - A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse, nesta quinta-feira, que o vírus da Influenza H1N1 (rebatizada http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/04/30/oms+decide+mudar+nome+da+gripe+suina+5867916.html target=_topde gripe A H1N1 pela OMS), permanece estável e ainda não há sinais de que esteja se combinando com outros vírus de influenza.

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Argentinos fazem fila para tomar vacina contra gripe sazonal, "gripe suína"
deixa população preocupada e sobrecarrega serviço de saúde do país

Algumas autoridades de saúde expressaram preocupação com a possibilidade de o H1N1, conhecido por muitos como o vírus da "gripe suína", combinar-se com o vírus da gripe aviária H5N1 e tornar a atual pandemia muito mais letal.

"O vírus ainda está muito estável", disse a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, em uma entrevista coletiva em Moscou, ao ser questionada se havia algum sinal de combinação do vírus com outras cepas, como a da gripe aviária.

"Mas todos nós sabemos que o vírus influenza é altamente imprevisível e tem um potencial enorme para mutação", afirmou Chan, após encontrar-se com a ministra da Saúde da Rússia, Tatyana Golikova.

As declarações de Chan foram um dos primeiro comentários feitos pela diretoria da OMS desde que a agência da Organização das Nações Unidas (ONU) declarou situação de pandemia de influenza em 11 de junho.

Chan disse que os vírus precisam ser monitorados de perto para garantir que não haja mutação.

"Precisamos observar como eles estão se comportando nos países do Hemisfério Sul para ver se o vírus H1N1 e o da influenza sazonal comum vão se recombinar. Até agora não detectamos nenhum sinal", afirmou.

"Outra coisa importante que precisamos monitorar é o H1N1 e o H5N1, que é endêmico em alguns países da Ásia e do Oriente Médio. Gostaríamos de ver se haverá alguma mudança", afirmou ela. "De novo, não detectamos nenhum sinal de qualquer reagrupamento."

Chan, que é de Hong Kong, disse que, embora muito esforço esteja sendo feito na busca de vacinas, medidas de bom senso podem reduzir os riscos de infecção.

"Na prevenção e na redução do risco dessa infecção tem se dado muita atenção, é claro, aos antivirais e às vacinas. Mas não podemos esquecer de que há o que chamamos de medidas não farmacêuticas que são muito eficazes", disse.

"São medidas simples que cada um pode tomar para se proteger: não fume, descanse, tenha uma dieta balanceada para sustentar um alto grau de imunidade e lave as mãos com frequência com água e sabão. Se, infelizmente, você for infectado, por favor consulte um médico."



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