Chefe da Junta Militar mauritana promete respeitar resultado de eleições

Nuakchott, 6 jan (EFE).- O presidente da Junta Militar que dirige a Mauritânia, Mohammed Ould Abdelaziz, se comprometeu hoje publicamente a respeitar as conclusões dos Estados Gerais da nação, que marcaram as eleições presidenciais para 30 de maio.

EFE |

No fechamento dos Estados Gerais, um fórum com representantes de todos os estamentos sociais, com exceção dos opositores aos golpistas, Abdelaziz disse que o Alto Conselho de Estado que ele lidera "aplicará fielmente tudo o que decidiu a maioria" nesta assembléia.

O general elogiou a "atmosfera" do fórum e destacou que os debates ocorreram em um clima de "franqueza e objetividade".

Os Estados Gerais, que começaram em 27 de dezembro, foram convocados pelos golpistas para restabelecer a ordem constitucional e fixar uma data para a realização de eleições presidenciais antecipadas.

Os participantes da assembléia escolheram nesta segunda-feira o dia 30 de maio como data do primeiro turno, enquanto o segundo será em 13 de junho.

O presidente deposto no golpe de Estado de 6 de agosto, Sidi Mohammed Ould Cheikh Abdallahi, e a Frente Nacional para a Democracia e o Desenvolvimento (FNDD), que o apóia, boicotaram estas sessões, alegando que servem para legitimar o regime. EFE moo/db

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