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Chávez viaja para estreitar ligações estratégicas

Caracas, 21 set (EFE) - O presidente venezuelano, Hugo Chávez, inicia hoje uma viagem rápida por Cuba, China, Rússia, França e Portugal, em busca de convênios que favoreçam o desenvolvimento do país e fortaleçam suas relações estratégicas. Chávez realiza esta nova viagem, sua segunda do ano, em meio à pior crise diplomática entre Venezuela e Estados Unidos, derivada da expulsão dos embaixadores em cada país e à reiteração de Caracas de que Washington estaria por trás de supostos planos de magnicídio e golpe de Estado no país e em outros da região, como a Bolívia. O presidente venezuelano confirmou que hoje iniciará sua viagem por Cuba, China, Rússia, França e Portugal, mas, oficialmente, não foi divulgada a agenda de trabalho nem as datas exatas de visita a cada país. Fidel está me esperando (...

EFE |

) pai nosso, esta noite estaremos juntos conversando", afirmou Chávez no programa dominicial de rádio e televisão "Alô, Presidente", ao destacar que hoje mesmo chegará a Havana para se reunir com o líder cubano e seu irmão e presidente de Cuba, Raúl Castro.

Chávez disse que sua nova visita a Cuba, a terceira do ano, é para estender "a mão e os abraços solidários" da Venezuela ao povo cubano, "muito afetado" nas últimas semanas pela passagem de dois fortes furacões que "arrasaram quase toda a ilha".

O governante anunciou que na quarta-feira chegará à China, pela quinta vez desde que assumiu o Governo, em 1999, para assinar acordos que aprofundarão as amplas ligações bilaterais, que incluem projetos energéticos conjuntos e o fornecimento, por parte de Pequim, de maquinarias agrícolas e industriais.

Também avaliará a possível aquisição de aviões de treino K-8, informou Chávez.

Durante sua visita à Rússia, a segunda este ano, discutirá um empréstimo desse país à Venezuela, disse Chávez, sem dar mais detalhes, e só reiterando o caráter "estratégico" da relação bilateral.

Sem fixar uma data, o chefe do Estado venezuelano disse que na França se reunirá com seu "bom amigo" e colega Nicolas Sarkozy, com quem já se encontrou em novembro em Paris para falar do processo de troca humanitária na Colômbia.

Em Portugal, acrescentou, sustentará uma "reunião de trabalho" com o primeiro-ministro do país, José Sócrates, para assinar "convênios que já estão prontos" em matéria de infra-estrutura e tecnologia. EFE gf/db

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