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Chávez foi forçado a comprar armas por acordo EUA-Colômbia

As recentes compras de armas russas realizadas pela Venezuela foram forçadas pela presença de tropas americanas em várias bases militares da Colômbia, disse o presidente Hugo Chávez na noite desta segunda-feira.

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"Não queríamos comprar armas, mas o que podemos fazer quando os ianques montam sete bases logo ali?! Estamos nos equipando para a defesa. Que ninguém pense em se meter conosco" - advertiu Chávez em um ato público em Caracas.

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Chávez diz que armas são apenas para defesa do país

A Venezuela obteve na véspera um crédito de 2 bilhões de dólares para a compra de armamento da Rússia, incluindo 92 tanques T72 e um número não determinado de mísseis antiaéreos.

No mesmo ato, Chávez considerou que a reunião de ministros da Defesa da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), prevista para esta terça-feira, em Quito, será o momento para seguir discutindo o acordo militar entre Colômbia e Estados Unidos.

"Amanhã (terça) será a reunião da Unasul e a oportunidade para se seguir trilhando o tema das bases (...) seguir exigindo do governo da Colômbia que diga a verdade (...) do governo dos Estados Unidos que diga a verdade".

"O Império (Estados Unidos) tem medo e com medo, ele é mais perigoso, mas nós não temos medo do Império, por mais medo que ele tenha", disse Chávez.

Em agosto passado, Chávez qualificou de "declaração de guerra" o acordo entre Colômbia e Estados Unidos para a utilização de sete bases no território colombiano.

"Estas sete bases 'ianques' são uma declaração de guerra contra a revolução bolivariana e assim o assumimos. Vamos nos preparar porque essa burguesia colombiana nos odeia e já não há possibilidade de retorno".

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