Chávez diz que principal da cúpula é eleição de secretário-geral

Buenos Aires, 4 mai (EFE).- O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, considerou que "o mais importante" da cúpula da União de Nações Sul-americanas (Unasul) que ocorrerá hoje nos arredores de Buenos Aires será a eleição do ex-presidente da Argentina Néstor Kirchner como secretário-geral do organismo.

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Buenos Aires, 4 mai (EFE).- O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, considerou que "o mais importante" da cúpula da União de Nações Sul-americanas (Unasul) que ocorrerá hoje nos arredores de Buenos Aires será a eleição do ex-presidente da Argentina Néstor Kirchner como secretário-geral do organismo. "O mais importante é que vamos escolher o secretário-geral que vai contribuir na institucionalização do corpo político da Unasul", afirmou hoje Chávez, após a chegada na capital argentina para participar reunião de líderes. O presidente venezuelano lembrou que o conselho de ministros das Relações Exteriores da Unasul acordou ontem, "por unanimidade", propor ao ex-presidente da Argentina Néstor Kirchner para o cargo de secretário-geral do fórum regional. Chávez se mostrou a favor que o bloco inicie um banco regional para conservar as reservas monetárias dos países sul-americanos. "Pergunta onde andam as reservas da Venezuela, do Chile, da Bolívia. Nossas economias estão nos bancos do norte. Até quando vamos ser tão tolos?", questionou Chávez perante um grupo de jornalistas. Argentina, Brasil, Venezuela, Bolívia, Equador, Paraguai e Uruguai assinaram em 2009 o ata constitutiva do Banco do Sul, um projeto iniciado formalmente por líderes e autoridades dos sete países fundadores em Buenos Aires em 9 de dezembro de 2007, um dia antes da posse de Cristina Fernandez de Kirchner como presidente de Argentina. "Se nós somarmos as reservas internacionais de todos nossos países, Argentina tem como US$ 40 bilhões, Venezuela tem US$ 30 bilhões, Brasil deve ter como US$ 200 bilhões. Aí já temos mais de US$ 300 bilhões, mas poderíamos chegar a US$ 400 bilhões", acrescentou Chávez. EFE ms/dm

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