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Chávez acusa opositores de cumplicidade com o golpismo e fascismo

Caracas, 14 set (EFE) - O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, acusou hoje seus opositores de serem cúmplices da loucura do golpismo e do fascismo, quatro dias após neutralizar um complô pelo qual foram detidos cinco militares. Os pityanques são piores que os ianques (...

EFE |

)", disse. Diante do complô, "guardam silêncio" ou "menosprezam e ridicularizam a denúncia, dizem que é uma farsa, um show, o que demonstra sua cumplicidade com o golpismo, com a loucura do golpismo, com o fascismo", disse ele em seu programa "Alô, Presidente".

Chávez não identificou nenhum líder opositor, mas afirmou que alguns deles expressaram que "é lógico que setores radicais querem voar no presidente".

O complô, tornado público pela divulgação, na última quarta-feira, de uma conversa entre militares aposentados gravada em agosto, incluía um ataque ao palácio de Miraflores para derrubá-lo ou matá-lo atentando contra o avião presidencial, e que é denunciado como um plano idealizado pelo Governo americano.

Chávez também insistiu em que, uma vez conhecido o complô, não se arrependia de ter expulso o embaixador dos Estados Unidos em Caracas, cujo Governo reagiu como ele "previa" e fez o mesmo com o representante diplomático da Venezuela em Washington.

Vários líderes da oposição atribuíram a denúncia a uma intenção eleitoral de Chávez e de seu Governo para desviar a atenção popular de outros assuntos.

"Sem que tenha se materializado" o complô, os detidos são acusados de "instigação à rebelião", delito com pena de cinco a dez anos de prisão, disse antes o titular da Promotoria Militar, general Ernesto Cedeño, que não detalhou se entre os primeiros detidos há oficiais em serviço ativo. EFE ar/rb/db

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