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Chanceler israelense pede sanções contra o Irã

A ministra das Relações Exteriores israelense Tzipi Livni defendeu neste domingo em entrevista à rede de TV americana CNN a necessidade de sanções contra o Irã.

AFP |

"O Irã representa claramente uma ameaça, não apenas para Israel, mas para o mundo, e a comunidade internacional precisa atuar em conseqüência", considerou Livni, candidata à sucessão do atual primeiro-ministro israelense Ehud Olmert, que anunciou sua renúncia.

"Qualquer hesitação da comunidade internacional é vista pelo Irã como uma manifestação de fraqueza", analisou.

"Novas sanções são necessárias. Está claro que o Irã não se importa com as discussões", afirmou a chanceler.

"A nação iraniana não cederá sobre seu direito à energia nuclear", avisou sábado o presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad.

Há duas semanas em Genebra, os cinco membros do permanentes do Conselho de Segurança (Estados Unidos, Rússia, China, França e Grã-Bretanha) e a Alemanha submeteram ao Irã uma proposta de cooperação econômica e política em troca da suspensão de suas atividades de enriquecimento de urânio. Os ocidentais deram à República Islâmica um prazo de 15 dias para dar sua reposta.

Questionada sobre as negociações de paz entre Israel e os palestinos, lançadas em novembro passado em Annapolis, perto de Washington, Livni explicou que o governo israelense "prometeu fazer todos os esforços possíveis para concluir um tratado de paz daqui ao fim deste ano".

"O principal agora é que israelenses e palestinos concordam sobre o fato de que estamos no caminho certo", declarou.

lum/yw

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