Chanceler equatoriano diz que tratado da Unasul está "vivo"

Quito, 11 mai (EFE).- Ricardo Patiño, ministro das Relações Exteriores equatoriano, país que ostenta a Presidência temporária da União de Nações Sul-americanas (Unasul), assinalou hoje que embora o tratado constitutivo do ente regional não está em vigência e está "vivo".

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Quito, 11 mai (EFE).- Ricardo Patiño, ministro das Relações Exteriores equatoriano, país que ostenta a Presidência temporária da União de Nações Sul-americanas (Unasul), assinalou hoje que embora o tratado constitutivo do ente regional não está em vigência e está "vivo". Patiño lembrou em uma entrevista à Televisão Pública que ontem recebeu em Lima o instrumento de ratificação do tratado constitutivo da Unasul por parte do Governo peruano. "É muito importante porque é o quinto país que o ratifica. A Unasul está em andamento, está funcionando, estão constituídos sete conselhos (...). Embora o tratado não esteja ainda em vigência, no entanto está vivo", assinalou. O tratado constitutivo da Unasul foi assinado em 23 de maio de 2008, em Brasília. Além do Peru, o documento já foi ratificado pela Bolívia, Equador, Guiana e Venezuela. Na reunião, Patiño se referiu à próxima visita oficial do presidente do Equador, Rafael Correa, a Lima, prevista em 9 de junho. Indicou que Correa se reunirá com o líder do Peru, Alan García, visitará o Parlamento, a Corte Suprema Justiça e ditará uma conferência na Universidade de São Marcos. Assinalou que a visita tem "muita expectativa" tanto no Peru quanto no Equador e nela se espera basicamente que se possam reafirmar uma série de aspectos relacionados com a relação bilateral. Além disso, Patiño adiantou que avançaram em regras para o IV gabinete binacional que acontecerá em outubro e que o Equador propôs que se realize no sul do país. "Vemos com muito entusiasmo esta relação; acreditamos que, depois da assinatura dos tratados de paz em 1998 se avançou, mas especialmente nestes últimos três anos", pela "vontade integracionista" do Equador, Peru e seus presidentes, segundo disse. EFE sm/dm

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