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Chanceler colombiano diz que ainda há trabalho a fazer para acabar com Farc

Tóquio, 10 jul (EFE).- O ministro das Relações Exteriores colombiano, Fernando Araújo, disse hoje à Agência Efe que seu país não quer ser triunfalista após o resgate de 15 reféns seqüestrados pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e que ainda resta trabalho por fazer para acabar com a guerrilha.

EFE |

"Não queremos dizer que o problema já terminou, estamos conscientes de que há um trabalho adicional a fazer", disse Araújo, após condecorar o presidente do banco japonês Mizuho em um ato realizado na Embaixada da Colômbia em Tóquio.

Araújo disse que, depois da desmobilização de 48 mil guerrilheiros durante o Governo do presidente colombiano, Álvaro Uribe, espera que pouco a pouco "todos recapacitem e ocupem seu lugar na sociedade colombiana", que oferece "todas as garantias democráticas" se abandonarem as armas.

"Na Colômbia, há um sentimento de felicidade e júbilo indescritível" após o resgate dos reféns, entre eles a ex-candidata presidencial Ingrid Betancourt, que ficou no cativeiro durante mais de seis anos, afirmou o chanceler.

Araújo chegou hoje a Tóquio para uma visita de três dias por ocasião da realização do centenário das relações "de amizade" entre Colômbia e Japão.

No primeiro ato de sua visita, o chanceler entregou uma condecoração ao presidente do Mizuho, Hiroshi Saito, devido a seu papel nas relações econômicas entre Japão e Colômbia.

Esta é a primeira visita do chanceler colombiano ao Japão, "um país cheio de gente comprometida com seu presente e seu futuro", segundo Araújo.

Durante sua viagem, além de celebrar o centenário das relações diplomáticas entre Colômbia e Japão, o chanceler planeja "afiançar e relançar" os laços comerciais com o Japão, um país no qual a Colômbia vê sua "porta para o mercado asiático". EFE icr/an

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