Chanceler brasileiro minimiza veto hondurenho a entrada de diplomata

São Paulo, 30 jan (EFE).- O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, atribuiu a um equívoco e a um mal-entendido o fato de Honduras não ter permitido a entrada da vice-cônsul em Tegucigalpa, Francisca Franciete de Melo, na última sexta-feira.

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"É um problema superado, um resquício do regime que já terminou", disse Amorim em Davos (Suíça), onde participa do Fórum Econômico Mundial.

O chanceler, citado pela "Agência Brasil", afirmou ainda que, quando soube do incidente, "o problema já tinha sido resolvido" e que em breve Franciete "iria poder entrar".

Para Amorim, o episódio não vai piorar as delicadas relações com o novo Executivo Hondurenho.

"Pelo contrário. Pelo que entendi, houve uma preocupação do Governo do atual presidente (Porfirio Lobo) em resolver a questão imediatamente e tentar demonstrar que houve um mal-entendido", declarou.

O novo Governo de Honduras destituiu ontem o diretor de Migração, Nelson Willy Mejía, por ter sido o responsável pelo incidente com Franciete, confirmou o ministro de Governo (Interior) hondurenho, Áfrico Madri. EFE az/sc

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