Hong Kong, 30 abr (EFE).- A chama olímpica, que chegou hoje a Hong Kong vinda do Vietnã, foi recebida no Centro Cultural da ex-colônia britânica por autoridades locais e vários convidados, enquanto do lado de fora reinava a tranqüilidade em meio a uma grande operação de segurança.

O ativista e deputado de Hong Kong Leung Kwok-hung, apelidado de "Long Hair", foi o único a quebrar a tranqüilidade do lado de fora do Centro Cultural, em torno ao qual a Polícia local montou uma ampla operação de segurança tanto por água (no porto de Victoria), terra e ar.

A aparição de Leung com um cartaz e um microfone, acompanhado de vários outros ativistas para pedir o respeito aos direitos humanos na China, não comoveu o público que observou a cena.

O Governo local pediu reiteradamente a seus cidadãos o apoio aos Jogos Olímpicos de 2008, em Pequim, e que as manifestações sejam "pacíficas e racionais".

Além disso, tomou medidas para impedir a entrada de vários ativistas no território, ação que foi criticada por várias organizações de imprensa e de direitos humanos.

Hong Kong é o primeiro território da China pelo qual passa a tocha, e o único no qual existe liberdade de expressão e de manifestação, juntamente com Macau.

Na última sexta começa o revezamento pela ex-colônia britânica e, no dia seguinte, a tocha passará por Macau. EFE mch/ev/fal

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