Cerimônias marcam aniversário de ataques nos EUA

O presidente americano, George W. Bush, liderou as cerimônias que marcaram o sétimo aniversário dos atentados de 11 de setembro.

BBC Brasil |

Como parte dos eventos, a população observou um momento de silêncio no mesmo horário em que o primeiro dos quatro aviões utlizados no atentado, se chocou contra uma das torres gêmeas do World Trade Center, em Nova Iorque, há sete anos.

No centro de Manhattan, milhares de pessoas se juntaram aos familiares das vítimas, cidadãos de mais de 90 países, para ouvir a leitura dos nomes das 2.751 pessoas que morreram nos ataques em Nova Iorque.

Em Washington, Bush inaugurou um memorial no Departamento de Defesa e dedicou o monumento às 184 vítimas que morreram no local.

"O pior dia da história da América contou com alguns dos seus atos mais corajosos", disse o presidente.

"Desde 11 de setembro, nossas tropas levaram a guerra contra os terroristas para fora do país para que não tenhamos que enfrentá-los aqui em casa", afirmou.

"Graças aos homens e mulheres corajosos e à todos que trabalham para nos manter seguros, não houve outro ataque contra o nosso país em 2.557 dias", disse Bush.

Cerca de 3 mil pessoas morreram quando quatro aviões foram sequestrados e arremessados em direção às torres gêmeas do World Trade Center em Nova York, e o Pentágono. Um quarto avião caiu numa área rural na Pensilvânia.

Os ataques são considerados o momento mais marcante do governo Bush e foram determinantes de grande parte da política externa americana que se seguiu.

Campanha
Os candidatos à presidência americana, Barak Obama e John McCain, anunciaram, em um comunicado conjunto, a decisão de suspender a campanha política por 24 horas nesta quinta-feira.

"Todos nós estivemos juntos no 11 de setembro, não como republicanos ou democratas, mas sim americanos. Nos corredores esfumaçados e nas escadas do Capitólio, nos bancos de sangue e vigílias. Estávamos unidos como uma grande família americana", afirmou o comunicado.

"Colocaremos a política de lado e reviveremos aquela união, para honrar a memória de cada americano morto nos ataques."

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