Cerimônias marcam 90 anos do fim da Primeira Guerra

Cerimônias em diversos países do mundo estão sendo realizadas nesta terça-feira para marcar o 90º aniversário do fim da Primeira Guerra Mundial. O conflito entre as potências mundiais se estendeu de 1914 a 1918, matou mais de 20 milhões de pessoas e redesenhou as fronteiras da Europa.

BBC Brasil |

Na França, a principal cerimônia foi realizada em Verdun, no nordeste do país, onde tropas francesas e alemãs travaram um combate de oito meses. Mais de 130 mil pessoas morreram no local.

A batalha foi a mais longa da guerra. Desde então, Verdun tornou-se um dos símbolos da reconciliação entre França e Alemanha.

Participam do evento o príncipe Charles, herdeiro do trono britânico, e o presidente francês, Nicolas Sarkozy.


Presidente francês, Nicolas Sarkozy em companhia da mulher, Carla Bruni / AP

A cerimônia não contou com a presença de veteranos da guerra, já que não há mais nenhum soldado vivo que lutou na batalha de Verdun.

Na Grã-Bretanha, três dos quatro veteranos da Primeira Guerra que ainda estão vivos vão representar a Aeronáutica, o Exército e a Marinha em uma cerimônia no Cenotáfio de Londres.

Herry Allingham, de 112 anos, Harry Patch, de 110, e Bill Stone, de 108, observarão, junto com os presentes, 2 minutos de silêncio.

Na Austrália, uma cerimônia no Memorial da Guerra de Canberra lembrou a morte de 60 mil soldados.

O armistício que deu fim à Primeira Guerra Mundial entrou em vigor às 11h, do 11º dia do 11º mês de 1918.

A Primeira Guerra levou ao fim de impérios europeus, à criação da União Soviética e ao fim da hegemonia européia no mundo. É também considerado o primeiro conflito do mundo industrializado.

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