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Cem mil pessoas são deslocadas na Ossétia do Sul, segundo a ONU

O número de pessoas deslocadas na região da Ossétia do Sul por causa do conflito russo-georgiano é de 100 mil, informou nesta terça-feira o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), insistindo para que as autoridades abram corredores humanitários.

Redação com agências internacionais |

 

A Cruz Vermelha Internacional anunciou na véspera que a situação humanitária na Ossétia do Sul e na Geórgia é muito grave e que que está se preparando para enviar de avião 15 toneladas de medicamentos e material médico a estes lugares.

"O CICV recebeu informações sobre o aumento do número de mortes entre civis, a violência está se propagando para além da Ossétia", indicou a organização em um comunicado. "A situação humanitária continua sendo muito grave", declarou Dominique Liengme, chefe da delegação do CICR na Geórgia.

"Os combates foram muito intensos para que possamos chegar ao local e distribuir ajuda e, por isso, continuamos pedindo um acesso seguro a todas as zonas afetadas pelo conflito", declarou Liengme.

Intervenção internacional

A Geórgia pediu, na última segunda-feira, uma intervenção internacional e recuou suas forças para proteger a capital, enquanto tropas russas ignoravam os apelos ocidentais e continuavam avançando.

"O Exército georgiano está recuando para defender a capital. O governo busca urgentemente uma intervenção internacional para evitar a queda da Geórgia", disse o governo em nota.

O presidente Mikheil Saakashvili disse que as forças russas assumiram o controle da principal rota leste-oeste, o que na prática significou dividir o país em dois. Ele pediu aos seus cidadãos que fiquem em casa e não entrem em pânico.

 

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* Com AFP e EFE

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