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Cartas com pó branco são enviadas a sedes de banco e do NY Times

(atualiza com novos dados sobre outras cartas recebidas em bancos do país) Nova York, 22 out (EFE).- Vários envelopes com pó branco em seu interior foram recebidos hoje em diversas filiais americanas do banco Chase, assim como na sede do jornal The New York Times.

EFE |

Precisamente, as cartas foram recebidas nas filiais do banco em Arizona, Califórnia, Colorado, Geórgia, Illinois, Nova Jersey, Nova York, Ohio, Oklahoma, Texas e Washington DC, segundo fontes do FBI (polícia federal americana), que investiga agora essas mensagens junto a autoridades locais e o serviço postal.

Durante a semana, foram recebidos mais de 45 envelopes suspeitos com pó branco em seu interior por instituições financeiras em ao menos 11 estados, embora até o momento não tenham se identificado substâncias perigosas.

O envelope enviado ao jornal nova-iorquino provocou o fechamento por algumas horas de uma parte de sua sede, embora a Polícia tenha determinado depois que não representava perigo, segundo informou o próprio jornal em sua edição digital.

O envelope, com uma carta em seu interior, tinha como destino Andrew Rosenthal, responsável pelo editorial, o endereço escrito à mão e não especificava remetente, explicou o jornal.

O objeto foi aberto por um funcionário na Secretaria de Rosenthal e um pó branco saiu dele, o que causou alarme e provocou a intervenção da Polícia, que determinou que a substância não era prejudicial, mas que seriam feitos mais exames.

Como medida de precaução, três funcionários foram submetidos a um processo de descontaminação, segundo a Polícia nova-iorquina.

O vice-presidente e gerente geral adjunto do "New York Times", Dennis Stern, explicou aos funcionários do jornal pouco depois de 12h (hora local) que um empregado do 13º andar tinha aberto um envelope enviado ao periódico e que continha "uma substância branca granular".

Stern acrescentou que a Polícia tinha sido notificada desse fato e que tinha comparecido ao edifício, situado perto da praça da Times Square, para investigar o objeto, o que causou o fechamento temporário do vestíbulo, segundo o periódico.

Os encarregados da segurança do edifício informaram aos funcionários que não havia necessidade de uma evacuação.

Em 12 de outubro de 2001, a jornalista Judith Miller abriu também um envelope contendo um pó branco, que foi determinado mais tarde que não era prejudicial à saúde, mas que causou a evacuação momentânea da sala de redação e o isolamento do edifício em que ficava então o jornal, também da Times Square. EFE vm/rr

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